Indústria atua para aumentar segurança nas barragens de mineração
A FIEMG está em defesa do aumento da segurança nas barragens de mineração no Brasil. Para isso, a entidade pede aos deputados federais que promovam uma alteração em parte do artigo 2º do Projeto de Lei 550/2019, que altera a Lei de Segurança de Barragens no país e está em tramitação na Câmara. A mudança proposta dá maior clareza às regras para descaracterização dos empreendimentos minerários, conferindo menor impacto ao meio ambiente, às populações de entorno e ao patrimônio histórico e cultural.
A proposta da entidade está voltada para que cada barragem de mineração tenha um plano próprio para descaracterização, que é quando se encerra o período de uso do empreendimento. Da forma como está redigido o PL hoje, todas as empresas seriam obrigadas a realizar a remoção dos rejeitos minerários dispostos nas barragens durante o período extrativo. Isso expõe milhões de brasileiros a riscos significativos, uma vez que a retirada desse material pode interferir no aumento da instabilidade das estruturas.
A mudança no texto do PL, sugerida pela FIEMG, estabeleceria como norma que toda empresa mineradora construa planos individuais para a descaracterização de suas barragens. A proposta obriga os empreendedores a elaborarem estudos que considere as especificidades de cada local. Dessa maneira, a decisão sobre a forma de descaracterizar cada barragem se daria dentro de critérios técnicos, que podem, inclusive, apontar a remoção como a opção mais indicada.
Tecnicamente, a descaracterização requer projeto com soluções especificas para cada barragem, de acordo com as suas características, envolvendo critérios como estabilização de longo de prazo, com monitoramento, eliminação da função de acumulação de rejeitos, gestão dos fluxos d’água naturais para evitar interferências, remoção de estruturas associadas, como bombeamento e captação.
A obrigação pela remoção, da maneira como está redigido atualmente no PL 550/2019, além de trazer insegurança às estruturas das barragens, levaria o país a um caos logístico, social e ambiental. Seria necessária a movimentação de aproximadamente 420 milhões de viagens de caminhões de 25 toneladas com rejeitos. Mais de mil comunidades seriam atingidas pelo trânsito desses veículos e cerca de 21 mil hectares seriam impactados com a deposição de novas pilhas de rejeitos.
MOBILIDADE URBANA Prefeitura de Sabará abre pré-cadastro para transporte suplementar de passageiros
Alerta hídrico Falta de água em Sabará hoje (05/05): Copasa faz manutenção emergencial e afeta vários bairros
Avanço Coletivo Assembleia redefine mobilização e servidores aceitam propostas em Sabará
CHUVAS EM SABARÁ Temporal em Sabará deixa bairros cobertos de lama e mobiliza força-tarefa de limpeza
PERIGO DIGITAL Adolescente é localizado após possível aliciamento virtual em Sabará e caso acende alerta sobre crimes digitais contra crianças
DENÚNCIA Moradora de Sabará denuncia água suja chegando em casa e expõe novo problema no abastecimento da Copasa Mín. 13° Máx. 26°
Mín. 13° Máx. 27°
Parcialmente nubladoMín. 14° Máx. 29°
Tempo limpo
CONVERSA DE ESQUINA SEJAMOS REALISTAS
COLUNA MG Forrageiras mostram alto desempenho no semiárido
SANDERS ROCHA Concessionária de energia pode adentrar no imóvel para realizar o corte sem o morador no local?
DIEGO LEONEL A Importância da Certificação Pró-Gestão para os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) 
