A aplicação da Lei do Feminicídio e o enfrentamento à violência econômica contra a mulher estarão no centro da primeira reunião do ano da Comissão Mista de Combate à Violência Contra a Mulher, marcada para quarta-feira (25), às 14h30.
Ao todo, oito requerimentos que propõem a realização de audiências públicas e seminários estão na pauta. Entre eles, o REQ 1/2026 – CMCVM , que prevê debate sobre a violência contra a mulher e a efetividade da Lei do Feminicídio ( Lei 13.104/2015 ). A iniciativa é da presidente do colegiado, deputadaLuizianne Lins(PT-CE).
Segundo a parlamentar, a audiência será “um espaço de escuta estratégica, conectando o Parlamento com a sociedade civil organizada, o Poder Executivo e especialistas de renome”. Ela afirmou ainda que a expectativa é alinhar as ações legislativas e fiscalizadoras da comissão “às demandas reais das mulheres brasileiras”.
Também estará em análise o requerimento ( REQ 6/2026 - CMCVM) da senadoraAugusta Brito(PT-CE) para discutir a violência econômica e a importância da autonomia financeira das mulheres. De acordo com a senadora, o debate deve evidenciar como a dependência financeira pode aprofundar situações de vulnerabilidade e dificultar o rompimento do ciclo de violência.
Senado Federal Nanismo: audiência discute inclusão de medicamento para acondroplasia no SUS
Senado Federal Violência digital contra mulher também é crime; veja como denunciar
Senado Federal CAS analisa projeto que prevê ensino de primeiros socorros a estudantes
Senado Federal Guerra no Irã: MP reduz preço do diesel para conter alta do petróleo
Senado Federal CSP pode votar autorização para que estados legislem sobre direito penal
Senado Federal Interlegis lança guia de boas práticas ASG para o Legislativo Mín. 15° Máx. 26°
Mín. 14° Máx. 25°
Tempo limpoMín. 13° Máx. 27°
Tempo limpo
CONVERSA DE ESQUINA Ser ou não ser?
COLUNA MG Forrageiras mostram alto desempenho no semiárido
SANDERS ROCHA Concessionária de energia pode adentrar no imóvel para realizar o corte sem o morador no local?
DIEGO LEONEL A Importância da Certificação Pró-Gestão para os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) 
