Em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (8), o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) informou que a Universidade Federal de Campina Grande contará com um novo complexo esportivo financiado pelo PAC. Segundo ele, a obra, de R$ 28 milhões, foi assegurada após articulação com o Ministério da Educação e substituirá o ginásio que desabou em 2020. O senador relatou que o projeto apresentado pela universidade ampliou o escopo da proposta original e foi incorporado ao planejamento federal.
Veneziano afirmou que o investimento beneficiará milhares de estudantes e exaltou o papel acadêmico da instituição. Na segunda parte do pronunciamento, relatou números apresentados pelo ministro Fernando Haddad durante reunião do Conselho de Desenvolvimento.
— Em 2023, levamos ao ministro da Educação Camilo Santana o nosso pleito para a construção de um novo ginásio. Só que a equipe da Universidade Federal de Campina Grande fez não apenas o projeto de construção de um ginásio, mas também uma proposta mais arrojada, mais audaciosa. E esse belíssimo e funcional projeto estava, em vez de R$ 4 ou R$ 5 milhões, orçado em R$ 28 milhões. Tivemos a alegria, de ter a assinatura da ordem de serviço desse complexo, pleno e multifuncional, que receberá milhares de estudantes e acadêmicos da nossa Universidade Federal de Campina Grande, que é um dos nossos maiores patrimônios— disse.
O senador também citou dados econômicos apresentados pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (CDESS). Segundo ele, o governo projeta crescimento médio de 2,8% até 2026 e taxa de desemprego de 6,6%. Ele destacou ainda a redução da informalidade e o aumento do rendimento médio para R$ 3.507.
— O governo do presidente Lula terá o maior crescimento médio, como reflexo de diversas políticas implementadas durante o mandato. É o maior crescimento desde Fernando Henrique Cardoso. Concluiremos, em 2026, com a média de 2,8%, só ficando aquém do próprio Lula 2, que foi de 4,6%. Esse foi um dos primeiros dados. Depois, mostrou: crescimento robusto impulsionou o mercado de trabalho, levando à menor taxa de desemprego: 6,6% é a taxa projetada para o ano de 2026, para os quatro anos. Menor taxa de desemprego veio acompanhada também da menor taxa de informalidade. Vamos ter, ao término de 2025, 14,7% de taxa de informalidade. O mercado de trabalho aquecido, junto a uma política de valorização do salário mínimo — afirmou.
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