Souza Cruz atendeu a um pedido do Ministério Público Federal (MPF), que apontava que a liberação das licenças traz risco à existência da comunidade Quilombola Mango Nzungo Kainango que vive na região. A ausência de uma consulta direta à comunidade, pelo Estado, antes de concecer a Licença foi um dos motivos para a decisão do desembargador.
A comunidade quilombola Mango Nzungo Kainango, que foi fundada na década de 1970, teve seu reconhecimento, em 2013, como patrimônio de Belo Horizonte e em 2018 conseguiu o registro para o Iepha (Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico).
Procurada, a Tamisa alegou que não concorda com a decisão, mas a recebeu com "naturalidade". A empresa ainda declarou que acredita na revisão da medida. (TEXTO: R7.COM.BR)
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