| Interessados na desatenção dos mais de 2 bilhões de pessoas que usam o aplicativo WhatsApp para se comunicar por mensagens de texto e de voz no mundo, os golpistas vêm se especializando em invadir contas e ludibriar usuários, como mostra a série semanal Sempre Alerta, da Serasa.
No Brasil são quase 120 milhões de usuários aptos a cair nas armadilhas de criminosos, principalmente nos três golpes mais praticados no país contra o aplicativo da empresa Meta: clonagem, a conta falsa e o App espião. Veja como se proteger contra eles:
Clonagem do WhatsApp Os criminosos conseguem acesso aos dados de segurança do celular da vítima e clonam o número de WhatsApp. Com isso eles conseguem bloquear o acesso da pessoa ao aplicativo, pedir dinheiro aos contatos dela e até furtar outros conteúdos, como informações financeiras e bancárias, para aplicar outros golpes. Para obter os dados, os criminosos enviam um link falso ou telefonam, se passando por funcionário da empresa. Eles oferecem um produto, um prêmio ou pedem confirmação de cadastro. Os golpistas solicitam um código de confirmação enviado por SMS que permite sequestrar a conta de WhatsApp. O golpe da conta falsa
Os criminosos conseguem hackear listas de contatos das vítimas em aplicativos online ou roubar dados públicos em perfis de mídias sociais. Com os dados eles criam uma conta falsa de WhatsApp com um número de telefone de mesmo código de área e adicionam nome, foto de perfil e status da vítima. Com isso, eles entram em contato com amigos da vítima para avisar que o número do telefone trocou e, em seguida, pedem dinheiro a esses contatos. Para se proteger o usuário deve configurar a privacidade para que só os contatos possam enxergar as informações de perfil e a foto. Saiba que o WhatsApp tem um recurso automático que avisa quando um contato troca de número. O APP espião
Permite o acesso remoto da conta de terceiros por aplicativos espiões, os spywares, que permitem o monitoramento das atividades da vítima no celular. O espião pode ser instalado por acesso físico ao aparelho de telefone da vítima ou phising, que é o furto de dados por meio de links maliciosos. Com isso, o criminoso tem acesso remoto aos dados pessoais, mensagens de WhatsApp, código de verificação, senhas de e-mail e mídias sociais, entre outras. O App espião pode ser identificado pelo consumo mais rápido da bateria, aumento de horas de uso do celular e superaquecimento. A solução é reinstalar o sistema operacional e conferir o antivírus. O que fazer após cair no golpe do WhatsApp
Confira mais dicas no blog da Serasa Premium: https://www.serasa.com.br/premium/blog/golpes-de-whatsapp-saiba-e-previna-se/
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