Uma mistura de alívio e medo. Foi como alunos e professores da Escola Estadual Paula Rocha, em Sabará, receberam em audiência na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) a notícia de que poderão retornar à sede original da escola a partir de outubro, após uma década funcionando precariamente em outros prédios da cidade.
A comunidade escolar foi desalojada em 2012 para a reforma da unidade, um prédio centenário que apresentava problemas. Desde então, convive com incertezas e atrasos nas obras, conforme relatos feitos na sexta-feira (8/7/22) em reunião da Comissão de Administração Pública solicitada pelo deputado Coronel Sandro (PL).
A garantia de que as obras estarão finalmente terminadas até outubro próximo foi dada pelo diretor de Obras de Edificações e Infraestruturas do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais (DEER-MG), Andre Luis de Azevedo, em resposta a questionamentos do parlamentar e da comunidade.
Segundo o gestor, a razão maior dos atrasos está no fato de a sede original da escola ser um prédio tombado, o que demandou diversos ajustes e um novo projeto para atender às exigências do patrimônio histórico.
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