A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) estruturou o novo Laboratório de Simulação Realística no Hospital Infantil João Paulo II (HIJPII), do Complexo Hospitalar de Urgência e Emergência (CHU), em Belo Horizonte. Com investimento de R$1,5 milhão, o espaço passou a contar com simuladores e manequins de alta fidelidade, voltados para o aprimoramento técnico e prático dos profissionais de toda sua rede.
Ao todo, são 15 equipamentos. Entre eles, dez simuladores destinados ao treinamento de intubações, punções, drenagem torácica, traqueostomia, acesso venoso e manobra de reanimação cardiopulmonar (RCP); um modelo anatômico de olho e quatro manequins, sendo três para treino de suporte avançado (um adulto, um infantil e um de bebê) e um manequim adulto para treino de cuidados de enfermagem.
De acordo com Daniela Braico, coordenadora do Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP) do Complexo, os novos equipamentos reproduzem situações clínicas reais e possibilitam o treinamento seguro das equipes médicas e multiprofissionais em diferentes áreas, como pediatria, trauma e cuidados intensivos.
“A sala será aberta para todas as unidades da Fhemig, permitindo a integração e a troca de experiências em tempo real. Além disso, servidores serão treinados para atuarem como referências dentro do CHU, fortalecendo a política de educação permanente da instituição”, destacou a coordenadora.
Qualificação
O laboratório também dispõe de recursos de monitoramento multiparamétrico simulado, gravação e transmissão ao vivo, além de softwares em português para criação de cenários clínicos personalizados. A iniciativa reforça o compromisso da Fhemig com a segurança do paciente, a qualificação profissional e a excelência na assistência em saúde.
Para o médico clínico geral e coordenador do Programa de Residência Médica do Hospital João XXIII, Luiz Guilherme Pimenta de Carvalho, a criação do Laboratório de Simulação Realística representa um avanço fundamental para a formação médica dentro da rede.
“Com essa estrutura, conseguimos oferecer aos residentes e às equipes multiprofissionais um ambiente seguro para o aprendizado, onde é possível vivenciar situações críticas e complexas sem colocar pacientes em risco”, afirmou o médico.
O coordenador ressalta que essa tecnologia permite que o conhecimento seja consolidado de forma prática, com feedback imediato e realismo nas tomadas de decisão. “Para nós, formadores e profissionais de saúde, é um orgulho ver a instituição investir em inovação e, acima de tudo, em segurança do paciente”, conclui Luiz Carvalho.
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