Em março, o euro atingiu a marca mais alta em quatro meses e o real chegou a ser a terceira moeda entre as que mais perderam valor em relação ao dólar, com a escalada da guerra comercial entre Estados Unidos e China, depois das medidas tarifárias do presidente estadunidense Donald Trump, em abril. A posição foi indicada em um ranking elaborado pela agência classificadora de risco Austin Rating, com base em dados do Banco Central do Brasil (BC) e divulgado pelo portal de notícias G1.
O cenário econômico incerto pode influenciar as decisões de compra e contratação de serviços turísticos de brasileiros, especialmente em viagens para o exterior, como apontado por Luciano Bonfim, diretor comercial da Vital Card, empresa provedora de seguros de viagem.
“Os turistas estão mais atentos à importância do seguro viagem. Muitos estão priorizando a contratação de planos com coberturas mais robustas, entendendo que uma emergência médica no exterior pode representar um custo muito maior com a moeda valorizada”, afirma o profissional.
Segundo Bonfim, o principal risco financeiro que os viajantes enfrentam ao não contratar um seguro viagem adequado, especialmente em destinos como os Estados Unidos e países da Europa, é ter que arcar com altas despesas médicas.
“Nos Estados Unidos, uma simples consulta pode ultrapassar US$ 300 e uma internação de emergência pode chegar a dezenas de milhares de dólares. Na Europa, embora existam países com sistema público, eles não oferecem atendimento gratuito para turistas, e os custos de saúde privada são elevados”, explica Bonfim.
O diretor comercial da Vital Card também observa que a alta das moedas estrangeiras tem levado os viajantes a optarem por planos de seguro viagem com coberturas mais amplas. “Identificamos um aumento na procura por planos com coberturas acima de US$ 60 mil. Os viajantes estão mais conscientes dos valores envolvidos em possíveis tratamentos médicos e preferem garantir uma proteção mais ampla para evitar surpresas desagradáveis”.
Bonfim aponta os principais fatores que os turistas devem considerar ao escolher o valor da cobertura de despesas médico-hospitalares no seguro viagem. “É importante considerar o destino da viagem, o custo médio de serviços médicos no local, o tempo de permanência, o tipo de atividades que serão realizadas - como esportes de aventura - e o próprio perfil de saúde do viajante. Sempre é recomendável optar por coberturas mais abrangentes para garantir uma viagem tranquila”.
Cenário impulsiona ajustes nos serviços turísticos
O dólar americano manteve a liderança nas operações de câmbio em 2025, com um crescimento de 2% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da empresa especializada em serviços de câmbio Travelex Confidence, divulgado pelo portal Panrotas.
Os dados de fevereiro também apontam que o euro registrou um aumento de 2% no volume negociado em comparação com janeiro. Essa dinâmica cambial pode influenciar o custo de viagens internacionais para brasileiros, especialmente para destinos nos Estados Unidos e na Europa.
De acordo com Bonfim, a Vital Card tem ajustado seus produtos e serviços em busca de oferecer maior segurança e tranquilidade aos viajantes diante do cenário econômico atual. “Ampliamos as opções de planos com coberturas mais altas, mantivemos condições de pagamento, como parcelamento em até 12 vezes sem juros, e adicionamos funcionalidades extras, como internet gratuita para viagens aos Estados Unidos e Europa, além de coberturas personalizadas para públicos específicos, como motociclistas”.
Para Bonfim, para viajantes que planejam viajar para fora do país nos próximos meses a contratação de seguro viagem deve seguir alguns critérios. “Nossa principal recomendação é investir em um seguro com cobertura ampla para despesas médico-hospitalares. Além disso, o ideal é contratar o seguro no momento da compra da viagem, aproveitando as condições de câmbio mais favoráveis e garantindo proteção desde o planejamento até o retorno”, orienta.
Para mais informações, basta acessar: vitalcard.com.br/
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