A Comissão de Educação (CE) aprovou nesta quarta-feira (31) projeto de lei que institui o Dia Nacional da Natação, a ser celebrado anualmente em 2 de agosto. O PL 5.514/2019 recebeu parecer favorável da senadora Leila Barros (PDT-DF) e segue para sanção presidencial, se não houver recurso ao Plenário.
O projeto foi apresentado originalmente pelo deputado Luiz Lima (PL-RJ), ex-atleta olímpico de natação. Leila lembrou que o Brasil participa da natação nos Jogos Olímpicos desde 1920. A brasileira Maria Lenk foi a primeira mulher sul-americana a competir, nos jogos de 1932 (Los Angeles). De 1952 (Helsinque) a 2016 (Rio de Janeiro), foram 15 medalhas conquistadas por brasileiros, com destaque para a medalha de ouro de César Cielo, em 2000 (Sydney).
“A natação traz muitos benefícios à saúde: a musculatura é mais exigida e como consequência há enrijecimento dos músculos, definição da silhueta do corpo e maior flexibilidade nas articulações, além de propiciar relaxamento e melhora na autoestima de seus praticantes. Trata-se de atividade que deve ser incentivada e, para tanto, a instituição de um dia nacional pode muito contribuir”, afirma Leila no relatório.
A escolha de 2 de agosto para o Dia Nacional da Natação foi sugerida por três entidades ligadas ao esporte: a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), o Comitê Olímpico do Brasil (COB) e o Conselho Federal de Educação Física (Confef). A data se refere a duas grandes conquistas da natação brasileira. Em 2 de agosto de 1952 (Helsinque), Tetsuo Okamoto conquistou a primeira medalha olímpica da natação do Brasil. Em 2 de agosto de 1982 (Guaiaquil), Ricardo Prado ganhou o primeiro título mundial de natação para o país.
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