O II Seminário do Programa de Apoio Técnico às Ações de Vigilância Sanitária teve início nesta segunda-feira (26/5), na Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma), em Belo Horizonte.
O encontro reúne representantes de consórcios intermunicipais de saúde e da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) para debater os avanços da vigilância sanitária no estado.
O subsecretário de Vigilância em Saúde da SES-MG, Eduardo Prosdocimi, destacou o pioneirismo do Programa Visa CIS, criado em 2024.
“Minas é o primeiro estado a pactuar essa política por meio de consórcios. Nosso objetivo é regionalizar a vigilância sanitária, levando mais estrutura técnica e profissional aos municípios”, afirmou.
Com investimento de R$40 milhões, o programa conta com a adesão de 37 consórcios e teve o interesse manifestado por 752 municípios. Cada consórcio representa uma região do estado, reforçando a fiscalização de serviços e produtos presentes no cotidiano da população, como alimentos, medicamentos e ambientes escolares.
Ainda estão previstas discussões sobre o papel dos consórcios e de seus profissionais no âmbito do programa.
“O segundo dia do seminário contará com orientações para a elaboração dos planos de trabalho, debates sobre boas práticas em alimentos e serviços de saúde, além da apresentação de experiências exitosas”, informou o superintendente de Vigilância Sanitária da SES-MG, Filipe Laguardia.
Durante o evento, foi ressaltada a importância da integração entre municípios, consórcios e o Estado. Aurélio Marques, presidente do Cosecs-MG, reforçou o compromisso dos consórcios.
“Estamos aqui para discutir saúde pública e o funcionamento da Visa. Nosso desafio é fazer essa política acontecer após esses dois dias de troca”.
Magali Brito, assessora técnica do Cosems-MG, destacou que o seminário representa um passo importante para tornar a vigilância sanitária mais eficiente.
“São dois dias para aprender, compartilhar experiências e esclarecer dúvidas”, afirmou.
O Visa CIS fortalece a atuação técnica dos municípios, assegurando que produtos e serviços oferecidos à população estejam dentro das normas. Ao melhorar a estrutura dos serviços de fiscalização, o programa contribui diretamente para a prevenção de surtos, acidentes e riscos sanitários em Minas Gerais.
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