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EUA matam Ayman al Zawahiri, chefe da Al-Qaeda e substituto de Bin Laden

Zawahiri assumiu a liderança da organização terrorista depois da morte de Osama bin Laden em 2011

Por: Glaucia Melo Clark Fonte: RÁDIO ITATIAIA
02/08/2022 às 13h11
EUA matam Ayman al Zawahiri, chefe da Al-Qaeda e substituto de Bin Laden
Segundo a imprensa americana, a al Zawahiri foi morto após um ataque com drones

Os Estados Unidos mataram Ayman al-Zawahiri, chefe da Al-Qaeda, no fim de semana em um ataque com drones durante uma "operação antiterrorista bem-sucedida" no Afeganistão, segundo a imprensa americana.

Zawahiri, considerado o cérebro por trás dos atentados de 11 de setembro de 2001 que deixaram quase 3.000 mortos em Nova York, assumiu a liderança da organização terrorista depois da morte de Osama bin Laden em 2011.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, fará um pronunciamento pela televisão às 19h30 do horário local (20h30 de Brasília) sobre uma "operação antiterrorista bem-sucedida", informou a Casa Branca, sem dar mais detalhes.

Um funcionário do governo americano afirmou que os Estados Unidos realizaram durante o fim de semana uma "operação antiterrorista contra um alvo importante da Al-Qaeda" no Afeganistão, sem mencionar Ayman al-Zawahiri. 

A operação "foi bem-sucedida e não houve vítimas civis", completou.

De acordo com a imprensa americana, Ayman al-Zawahiri teria sido morto em um ataque com drones realizado pela Agência Central de Inteligência (CIA) na capital afegã, Cabul.

O Departamento de Estado americano oferecia US$ 25 milhões em recompensa por qualquer informação que levasse à prisão ou condenação do líder da Al-Qaeda.

O anúncio acontece quase um ano após a caótica retirada das forças americanas do Afeganistão que permitiu aos talibãs recuperar o controle do país após 20 anos.

Em meados de julho, os Estados Unidos anunciaram a morte do líder do grupo Estado Islâmico (EI) na Síria, Maher al Agal, durante um ataque com drones, uma operação que "enfraqueceu consideravelmente a capacidade" da organização "para preparar, financiar e realizar operações na região", afirmou um porta-voz militar americano.

 

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