
No último fim de semana, 11 e 12 de setembro, Sabará foi agraciada com a apresentação de vários grupos musicais dentro do Festival Internacional de Corais (FIC).
Os corais se apresentaram nas noites de sexta-feira e sábado no adro da Igreja Nossa Senhora do Ó. No primeiro dia o público pôde apreciar as belas vozes que compõem os corais Araras Grandes, CPM Encanto, Flor da Terra e Sintonia AFABB-PR. Além do Coral da Sociedade Musical Santa Cecília de Sabará que abrilhantou ainda mais o evento. Aconteceu também a apresentação dos cuiabanos do Alma de Gato. A cidade também cantou com o quinteto Amadeus Ekletica e com o grupo mexicano Conpazz Ensamble Vocal.
Já no sábado a programação contou com Tadeu Franco e o pianista Marcelo Drummond e apresentações do Grupo Acordes do Monte, do Coral e da Banda Sinfônica Vale Música, da sociedade Musical e Cultural Santa Lúcia e mais uma vez com o Coral da Sociedade Musical Santa Cecília.
O Festival Internacional de Corais foi realizado entre os dias 4 e 13 de setembro e além de Sabará, teve apresentações em Belo Horizonte e em diversas cidades do Estado. O evento que acontece anualmente é produzido pela Maestria Arte & Cultura, sob a coordenação do maestro Lindomar Gomes.
Abraçando a
Igrejinha do Ó
O Festival Internacional de Corais deu um brilho especial á Praça da Igreja Nossa Senhora do Ó. Aproveitando o encontro, moradores que moram no entorno resolveram montar três barraquinhas com venda de bebidas e alimentos para arrecadar verbas para realizar pequenas reformas na Igreja.
Segundo Maria da Conceição do Carmo, mais conhecida como Dona Biá, a igreja está com problemas no telhado e também na parte interna, onde tem um barrote quebrado. Além disso, uma nova pintura seria necessária. Ela diz que pretende organizar junto com Ângela Cruz, também moradora do local, um grupo de Amigos da Igrejinha, para arrecadar verba através de algumas ações para as reformas. Dona Biá ressaltou que a união dos moradores é uma forma de deixar a Igreja mais bonita e dar o valor real que ela merece, mas destaca que toda a reforma ou restauração tem que passar primeiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) já que ela é tombada pelo patrimônio.
Foto: Emerson Druve da Rocha