Possibilidades de experiências únicas, cultura diversa e hospitalidade sustentam a internacionalização do destino Minas Gerais, que alcança níveis recordes neste ano. Levantamento do Observatório do Turismo da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult-MG) , a partir de dados da plataforma Amadeus-ForwardKeys, mostra que 2025 é o melhor ano internacional da série histórica 2018–2025 do estado.
As reservas internacionais emitidas para o período de outubro a dezembro de 2025 registram alta de 74%, consolidando Minas Gerais como um dos maiores centros de expansão turística das Américas no recorte de cultura, natureza e bem-estar.
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"Minas lidera o país em gastronomia, patrimônio histórico e acolhimento, esses são pilares da nossa mineiridade. Esse reconhecimento, somado ao título internacional do Queijo Minas Artesanal (QMA), nos projeta com vigor nos mercados estrangeiros", pontua a secretária da Secult-MG, Bárbara Botega. | ||||
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Principais destaques
Por que agora?
O desempenho internacional inédito de Minas Gerais em 2025 é resultado de um conjunto de fatores estruturais e estratégicos. A força dos produtos turísticos e da identidade cultural mineira tem papel central nesse avanço. O reconhecimento de Belo Horizonte como Cidade Criativa da Gastronomia pela Unesco, o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade concedido ao Queijo Minas Artesanal, além do vasto patrimônio histórico e da tradicional hospitalidade mineira, consolidam a autenticidade do destino e ampliam sua atratividade global.
Ao mesmo tempo, políticas de promoção e qualificação vêm fortalecendo a presença de Minas nos mercados internacionais. A participação em feiras especializadas, a realização de press trips, a integração de rotas turísticas nos eixos de cultura, natureza e bem-estar, e o trabalho contínuo de inteligência de mercado conduzido pelo Observatório do Turismo garantem uma atuação cada vez mais estratégica e orientada por dados.
Outro fator decisivo é a diversificação geográfica dos mercados emissores. Além do tradicional eixo Estados Unidos–Portugal, observa-se uma expansão significativa na Europa continental, com destaque para Itália, Holanda, Bélgica e Suíça, o que reduz a dependência de poucos mercados e amplia as oportunidades de crescimento sustentável no médio e longo prazo.
Redução de dependência de São Paulo
Além do destaque na série histórica internacional, Minas Gerais vive uma mudança estrutural, com turismo mais distribuído e conectado à cultura e à mineiridade. Relatório do Observatório do Turismo da Secult-MG, também a partir de dados da Amadeus-ForwardKeys, revela uma mudança significativa no perfil de origem dos turistas que chegam a Minas Gerais.
Historicamente, São Paulo representava mais de 40% do total de visitantes do estado. Em 2025, embora continue como principal emissor, sua participação caiu para 26%, demonstrando forte diversificação geográfica e amadurecimento do mercado turístico mineiro.
Enquanto São Paulo reduziu sua representatividade, outros estados ampliaram fortemente seus fluxos, com destaque para Alagoas, Pernambuco, Bahia e Santa Catarina. O caso de Alagoas é simbólico: o estado saltou de 13 mil turistas em 2018 para 82 mil em 2025, o que representa um um crescimento superior a 530% e é reflexo direto da promoção de Minas Gerais em novos mercados emissores e da ampliação das conexões aéreas.
O crescimento de mercados como Alagoas (acima de 530%), Pernambuco (282%), Santa Catarina (258%) e Bahia (58%) indica que o turismo mineiro entrou em um novo ciclo de expansão. Com 35,1% de aumento nas chegadas domésticas e 74% nas internacionais, Minas Gerais consolida-se como um dos maiores polos turísticos do Brasil e das Américas, ancorado em três pilares: cultura, natureza e bem-estar.
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