O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) lançou, em formato online, a Cartilha de Verão, com dicas para que a população aproveite esta época do ano com segurança e sem descuidar da saúde. O material ilustrado é assinado pela Comissão de Saúde Pública e pela Câmara Técnica de Clínica Médica do conselho e está disponível para todos os brasileiros no site do Cremerj.
Segundo o presidente do Cremerj, Walter Palis, o objetivo é alertar a população sobre doenças típicas da estação mais quente do ano, que podem ser evitadas com ações simples. No verão, algumas doenças acabam incidindo de forma mais elevada. E algumas podem ser evitadas de maneira bem simples. "A cartilha tem essa finalidade. Com informação simples, interativa e clara, indica práticas que a população pode adotar para minimizar o risco de ter essas doenças.”
Em entrevista à Agência Brasil, o médico lembrou que o Brasil ainda está vivenciando a pandemia de covid-19 e destacou que, se ocorrerem agora doenças mais comuns, que podem ser evitadas com algumas práticas, a cartilha orientará a população e ajudará o sistema de saúde a ficar mais desimpedido para atuar naquilo que é o mais importante no momento.
A cartilha traz orientações sobre cuidados para evitar doenças típicas do verão, como insolação, intoxicação alimentar, reações alérgicas, conjuntivite e otite. Alerta também para o combate ao mosquito Aedes aegypti, causador da dengue, chikungunya e zika, falando de práticas importantes para diminuir a presença do inseto, sem esquecer a importância dos cuidados contra a gripe que, apesar de incomum no verão, tem acometido muitas pessoas, devido à facilidade de transmissão.
Walter Palis destacou que a luta contra a covid-19 é um dos principais tópicos da cartilha. “A covid-19 faz parte de qualquer orientação que se dê hoje em dia, porque também tem práticas que são bem simples e que ajudam a diminuir a ocorrência [da doença].”
O médico reafirmou a importância da imunização contra a covid-19, que consta da cartilha. O texto reforça a necessidade do ciclo vacinal completo e reitera práticas não farmacológicas já conhecidas: lavagem frequente das mãos, uso de máscaras e de álcool em gel e evitar aglomerações. “Está tudo aqui na cartilha, como uma forma de lembrete sempre. É importante que a gente faça isso sempre.”
O documento destaca ainda que, no caso de apresentar qualquer sintoma, a pessoa deve procurar um médico para ter o diagnóstico e o tratamento adequado.
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