Daysiane Nilza Araújo, residente no bairro Itacolomi, em Sabará, está vivendo uma situação preocupante com o fornecimento de água fornecido pela Copasa. Ela mora com sua mãe, padrasto, irmão, marido e filha de 5 anos e denuncia que, em plena onda de calor, a água tem chegado suja, com barro, e em grande parte do tempo, está sendo interrompida por horas, deixando as famílias sem água por dias.
Este é o segundo episódio em uma semana, e a moradora já registrou quatro protocolos de queixa junto à Copasa, incluindo denúncias ao superintendente e engenheiro da empresa. Apesar de alegações de obras em andamento, com previsão de resolução até março, Daysiane questiona a demora, destacando que a crise no fornecimento é crítica, especialmente em um período de temperaturas extremas.
"Estamos enfrentando um calor intenso e, ao invés de ter água potável, estamos sendo forçados a conviver com água imprópria para consumo", afirma a moradora. Ela também reclama sobre o fechamento intempestivo dos registros de água, o que piora ainda mais a situação. "Estamos pagando por um serviço de qualidade, e não aceitaremos mais esse descaso", conclui.
Daysiane, indignada com o tratamento da Copasa, registrou boletim de ocorrência contra a empresa e aguarda um retorno imediato para que o problema seja resolvido com urgência. Ela questiona ainda a falta de fiscalização dos vereadores sobre a atuação da empresa no município.
A Folha entrou em contato com a Copasa e aguarda um posicionamento da empresa. A atualização será feita em breve.