Porta-voz do Pentágono diz não saber quem são os responsáveis por ataque a hospital na Faixa de Gaza. “Democracias como Israel e EUA devem seguir as leis de guerra”, afirmou Sabrina Singh em coletiva de imprensa nesta terça-feira (17).
Logo após o ataque ao Hospital em Gaza a Embaixada de Israel foi incendiado na Jordânia, centenas de manifestantes reuniram-se em frente à embaixada de Israel.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram hospital da Faixa de Gaza ainda em chamas após ser alvo de bombardeio israelense. Autoridades da Palestina, segundo a agência Al Jazeera, informam que o número de mortos passa de 500.
O ataque contra o al-Ahli Arab Hospital foi classificado pelas autoridades palestinas como um “crime de guerra”.
Diante do ataque, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, decretou luto de três dias. A informação é da agência oficial WAFA, que confirmou “um grande número de pessoas mortas e feridas”.