Saúde Monkeypox
Sabará tem três casos confirmados de varíola dos macacos
Anvisa aprova liberação de vacina e medicamento contra a doença
31/08/2022 10h12
Por: Glaucia Melo Clark Fonte: Folha de Sabará

Subiu para 228 o número de casos confirmados de varíola dos macacos em Minas Gerais, de acordo com boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). Os dados ainda mostram que há 642 casos em investigações e que 556 foram descartados. Só nas últimas 24 horas, houve 62 notificações (casos que podem ser ou não confirmados). As informações divulgadas pela pasta ainda mostram que 52% das pessoas diagnosticadas com a enfermidade no Estado têm entre 30 e 39 anos. A faixa etária de 20 a 29 anos corresponde a 33% dos contaminados, enquanto a de 40 a 49 anos a 11%. 

Em Sabará foram confirmados três casos. Segundo a Prefeitura de Sabará diante das suspeitas e confirmações, os profissionais atuam conforme Notas Técnicas da Secretaria de Estado de Saúde. O informativo produzido pelo Ministério da Saúde é o oficial, disponível nas Unidades Básicas de Saúde para orientação da população. Em caso de suspeita, pede-se que o paciente procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima da residência para orientações pelos profissionais da saúde.

O único município com transmissão comunitária da doença é Belo Horizonte. A capital também lidera o número de casos, com 177. Logo após vem Uberlândia, no Triângulo Mineiro, com 14.

 

Quais são os sintomas da varíola dos macacos?

Os primeiros sintomas da varíola dos macacos são febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios e exaustão. A doença se desenvolve com lesões na pele, primeiramente no rosto. As lesões também podem se espalhar para outras partes do corpo, incluindo os genitais.  As lesões na pele parecem as da catapora ou da sífilis até formarem uma crosta, que depois cai. Os sintomas podem ser leves ou graves, e as lesões na pele podem ser pruriginosas ou dolorosas.

 

Como a doença é transmitida?

A transmissão ocorre por contato próximo com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados, como roupas de cama. A transmissão de humano para humano ocorre entre pessoas com contato físico próximo com casos sintomáticos. O contato próximo com pessoas infectadas ou materiais contaminados deve ser evitado. Luvas e outras roupas e equipamentos de proteção individual devem ser usados ​​ao cuidar dos doentes, seja em uma unidade de saúde ou em casa.