Carlos sumiu por volta das 14h. Pouco antes, ele foi em Belo Horizonte, em companhia da família, visitar um parente que estava doente. De volta a Caeté, ele almoçou e depois disse à filha que iria ver o carro, que estava “falhando”, na garagem.
“Ele pegou a chave, saiu e nós não vimos. Como ele estava demorando, eu fiquei preocupada, fui na porta e, na hora que passei na varanda, vi que a chave estava em cima da mesa. Eu olhei na porta e não tinha ninguém”, explicou Carla.
Segundo ela, o pai tem histórico de depressão, alcoolismo e no ano passado chegou a atentar contra a própria vida. “Desde então, a gente ficou muito preocupada com ele. Por isso, o levamos para cuidar em um psiquiatra. Inclusive, na segunda-feira, a gente tinha uma consulta com a psiquiatra”, disse.
Após o desaparecimento, familiares do idoso percorreram toda a cidade e foram em locais que ele costumava ir. “Ficamos com medo dele ter voltado a beber, então nós fomos em todos os bares, olhamos a cidade inteira e não encontramos. No outro dia nós fomos à polícia também, só que tinha que esperar 48 horas para registrar, mas a PM de Caeté é muito solícita e emitiu um alerta”, contou Carla.
Quando desapareceu, Carlos usava calça jeans e uma blusa em tons de azul claro e marinho. Quem souber informações sobre o paradeiro dele pode entrar em contato anonimamente com a Polícia Militar (PM) pelo telefone 180 ou Disque Denúncia 181.