SEGUNDA-FEIRA, 22 DE OUT DE 2018
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NOTICIÁRIO - POLÍTICA
07 DE MAIO DE 2018
Falta de compromisso

Maioria dos parlamentares sabarenses não fica até o fim das reuniões

Quando elegemos alguém para um cargo político, o mínimo que esperamos dessa pessoa é comprometimento, mas infelizmente, nem isso os vereadores sabarenses estão tendo.

A reunião na Câmara acontece apenas uma vez por semana, todas as terças-feiras às 17h, a duração em média é de 3 horas, mas muitos vereadores estão saindo muito antes do fim.

Para quem nunca acompanhou uma reunião no Legislativo Municipal, explicamos que ela se divide em quatro partes. Na primeira são lidas algumas informações do Executivo e votada a ata da reunião anterior. Na segunda parte, chamada de Primeiro Expediente, todos os vereadores têm o direito de subir na tribuna e apresentar indicações, requerimentos e projetos de lei, sem fazer comentários. Já terceira parte é dedicada à votação de projetos e a quarta e última parte, chamada de Terceiro Expediente é quando o vereador volta à tribuna para debater e explicar o que foi apresentado por ele no Primeiro Expediente, ou seja, é o momento mais importante da reunião, pois é nessa hora que o parlamentar expõe suas ideias, discute sobre diversos assuntos e leva os problemas da cidade para seus colegas, para que esses possam ser debatidos e juntos possam encontrar uma solução. Mas é justamente nesse momento, o mais importante, que a Câmara se esvazia, os vereadores simplesmente desaparecem, cada um com uma desculpa diferente, acaba deixando o plenário, ficando muitas vezes, apenas o número suficiente do quórum.

Alguns vereadores, quase toda semana saem antes do terceiro expediente, outros nunca ficaram, são poucos os que ficam até a final em todas as reuniões. Na última terça-feira, 17, por exemplo, dos 15 vereadores havia apenas nove no Terceiro Expediente; Valtair Rodrigues, presidente da Câmara; Samuca, Cláudio, Sidinho, Ricardo Cruz, Guilherme Alves, Reginaldo, Marcus do Leite e Josué. Alguns ausentes, apresentaram justificativas e por acaso não se encontravam nesse dia, como é o caso do professor Costela que está de licença paternidade.

A prática é permitida, eles têm o direito de se retirarem, sempre com uma justificativa, mas todas às vezes? Isso só pode ser classificado como falta de comprometimento, compromisso e responsabilidade. Se o vereador não pode comparecer até o fim em uma reunião legislativa, qual trabalho ele poderá fazer pela população?

Além dessa situação, a Câmara dos Vereadores, continua pecando quando o assunto é transparência. As reuniões que antes eram transmitidas on-line, não são mais. O site da Câmara Municipal não é atualizado desde outubro de 2017 e o Portal da transparência é difícil de acessar, além disso não existe nenhum site, onde o cidadão possa verificar quais projetos foram apresentados, quais foram votados e aprovados.

Em relação à divulgação não podemos deixar de pontuar que vereadores que se mostram mais compromissados estão sempre publicando seu trabalho, seja nas redes sociais ou em nosso jornal, como é o caso de William Borges, Guilherme Alves e Professor Costela.

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