SÁBADO, 20 DE JAN DE 2018
Untitled Document
NOTICIÁRIO - GERAIS
31 DE OUTUBRO DE 2017
Uma tradição milenar

Na segunda-feira, 16 de outubro, comemoramos o Dia Mundial do Pão. Para celebrar essa data vamos contar um pouco da história do alimento mais popular do mundo, sendo produzido praticamente em todas as sociedades.

Há estudos que apontam que os pães começaram a ser produzidos há aproximadamente seis mil anos, na região da Mesopotâmia, onde hoje está situado o Iraque, e foram difundidos por várias civilizações da Antiguidade. Esse pão era resultado de uma mistura seca, dura e amarga feita à base de farinha de trigo. A origem do pão está intimamente ligada ao processo de sedentarização do homem, quando se iniciou o desenvolvimento da agricultura, sendo o trigo um dos cereais resultantes dessa atividade produtiva.

O processo de fermentação foi uma técnica desenvolvida pelos egípcios por volta de 4000 a.C., dando ao pão o aspecto pelo qual o conhecemos hoje em dia. Por ser um produto extremamente necessário à alimentação, ele foi usado durante muitos séculos também como moeda. Há indícios de que os faraós o utilizavam como meio de pagamento para serviços realizados. Em Roma, o pão era um dos componentes da política do panis et circenses (pão e circo), utilizada pelos imperadores para manter uma satisfação aparente da população, desviando a atenção das disputas de poder e das condições de vida a que o povo estava submetido. O trigo era distribuído em espetáculos públicos pela administração do império.

Durante a Idade Média, o pão era feito artesanalmente no ambiente doméstico pelos camponeses. A limitação agrícola e técnica que tinha essa classe social não possibilitava a produção de pães fermentados, o que resultava em um produto de menor qualidade. Situação diferente era a vivenciada pelos senhores feudais, que consumiam pães de maior qualidade produzidos nas padarias dos castelos. Foi também neste período histórico que surgiu a figura do padeiro, que aos poucos passou a se organizar em corporações de ofícios, controlando assim o processo de produção do alimento e gozando de certo prestígio nas cortes.

Com a Revolução Industrial, a produção do pão ganhou um forte impulso, seja no aumento de terras destinadas ao plantio do trigo, seja no desenvolvimento de técnicas de moagem do cereal nos moinhos, passando dos moinhos de tração animal ou humana aos moinhos a vapor, que começaram a surgir em 1784. A grande produção que se verificou se destinava a alimentar principalmente a classe operária que crescia nas cidades industriais, criando condições para uma produção em larga escala.

O pão chegou a ser inclusive um dos motivos de eclosão da Revolução Francesa. Sendo base da alimentação da população francesa há séculos, a severa queda na produção do cereal tornou o alimento caro e escasso. Este foi um dos motivos que levaram à revolta da população francesa e à queda do rei Luís XVI.

Hoje em dia, o pão está disseminado pelo mundo. Sua fabricação envolve vários métodos diferentes, que resultam numa variedade enorme de tipos e qualidades de pães. Apesar desse desenvolvimento, uma boa parcela da população mundial ainda não tem acesso a esse alimento cotidianamente.

Pão no Brasil

No Brasil colonial, não era comum o consumo de pão. Ao menos não como o conhecemos hoje. É só no século XIX que ele começa a se popularizar, especialmente na virada para o século XX. Até então, consumia-se derivados da mandioca, como o beiju de tapioca, farofa e pirão. E mesmo quando se começa a fazer pão por aqui, era mais comum o de milho.

O pão francês que tanto é usado no Brasil não tem muito a ver com os verdadeiros pães francês, pois a receita do pão francês no Brasil também surgiu no início do século XX e difere do pão europeu por conter um pouco de açúcar e gordura na massa.

Na próxima edição traremos um especial sobre a padaria Villa Real a mais antiga de Sabará que há 82 anos alimenta o nosso povo com um dos mais antigos e deliciosos alimentos da humanidade. Vamos contar também o trabalho oferecido pela Fraternidade Olhos da Luz com o Pão Solidário.

GERAIS
25 DE SETEMBRO DE 2017
Carnaval dos Enxutões
27 DE ABRIL DE 2015
Rede Sindijori de Comunicação
18 DE OUTUBRO DE 2016
20 DE FEVEREIRO DE 2017
Ande de acordo com a lei
29 DE AGOSTO DE 2017
AngloGold testa sirene no Pompéu
31 DE OUTUBRO DE 2017
Uma tradição milenar
01 DE FEVEREIRO DE 2017
REDE SINDIJORI DE COMUNICAÇÃO
22 DE MARÇO DE 2017
Corrente do Bem
17 DE JULHO DE 2017
Mãe Belgo
17 DE JULHO DE 2017
Cultura, diversão e inovação
17 DE JULHO DE 2017
Nova Era: ArcelorMittal
29 DE AGOSTO DE 2017
Romance em contos
21 DE NOVEMBRO DE 2017
Quanto custa morrer?
03 DE JANEIRO DE 2018
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
28 DE SETEMBRO DE 2017
22 DE MARÇO DE 2017
Não existe hora de parar
08 DE AGOSTO DE 2017
08 DE AGOSTO DE 2017
Alerta as Prefeituras
18 DE JULHO DE 2017
Aluguel sem burocracia
28 DE SETEMBRO DE 2017
ACESSO PARA TODOS
SIGA A FOLHA DE SABARÁ:
2015 © Todos os direitos reservados