QUARTA-FEIRA, 18 DE JUL DE 2018
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NOTICIÁRIO - GERAIS
07 DE AGOSTO DE 2017
Sabarense inova com criações feitas de madeira

Brincos, colares, anéis, pulseiras, bolsas e outros pequenos objetos, tudo isso feito de madeira, esse é o ofício de Juliana Buli que desde muito nova descobriu que os “restos” da arte do pai poderiam ter vida nova.

Juliana Buli é filha do reconhecido luthier sabarense Vergílio Lima e cresceu na oficina do pai admirando todo aquele belo trabalho realizado por ele. A artista conta que além da influencia paterna, Sabará também serviu de inspiração. “Fui uma criança muito observadora, cresci admirando os detalhes barrocos da cidade de Sabará. Quando tinha 11 anos, participei de um concurso de pintura nos tapumes do Museu do Ouro, que passava por uma reforma. Minha pintura foi a escolhida para estampar o selo comemorativo de 50 anos do museu. Desse momento em diante eu já sabia o que queria se quando crescer: Artista!” diz.

A fantasia de criança tomou forma e cor quando em 2007 Juliana se formou em artes plásticas pela Escola Guignard-UEMG, e começou a trabalhar com pintura. “Paralelamente a isso tudo sempre tive interesse pelo ofício do meu pai, Vergílio Lima, Luthier. Porém, não tenho afinidade com conhecimento físico e matemático que a fabricação de instrumentos musicais exige”.

Foi aí que veio a ideia de explorar os retalhos de madeira que não se transformaram em violinos ou violões, de maneira bem livre. “Daí foram surgindo formas facetadas, como lapidação de pedras preciosas, extraindo riqueza do que seria descartado. Assim criei minha primeira coleção de joias em madeira”, conta.

O trabalho evoluiu de lá pra cá e hoje Juliana desenvolve peças diversas com a mesma proposta estética: luminárias, mobiliário e outros objetos para casa.

A artista trabalha e mora em Belo Horizonte, mas diz que semanalmente vem a Sabará, mergulhar no universo encantador do atelier de seu pai. “Sempre saio de lá com uma ideia nova e cada vez mais apaixonada pela madeira. Material tão rico, tão precioso e cheio de possibilidades”.

Sua mais recente criação é uma clutch de madeira, uma bolsa de mão feita em processo totalmente artesanal.

Ela conta que escolheu colocá-la no mundo através de uma campanha de financiamento coletivo. Esse tipo de venda é algo já difundido em alguns países da Europa e Estados Unidos, representa uma maneira de testar um novo produto, acessando diretamente aqueles que apostam na ideia ou admiram o trabalho. Nesse formato os interessados podem escolher a melhor maneira de apoiar, adquirindo a bolsa ou outras recompensas que ajudaram a financiar a estruturação e o desenvolvimento do projeto.

Para quem deseja saber um pouco mais sobre o trabalho de Juliana basta visitar o site julibuli.com. Os interessados em contribuir com o projeto de financiamento as informações estão no https://www.evoecultural.com/julibuli/.

A loja física com os trabalhos da artista está localizada em um lugar bem adequado; no Museu de Arte Contemporânea Inhotin, em Brumadinho.

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