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NOTICIÁRIO - CALENDÁRIOS E EVENTOS
17 DE JULHO DE 2017
Muitos anos de Belgo

São várias as pessoas de Sabará que passaram muitos anos de sua vida na Belgo Mineira, conversamos com dois personagens que tem boas histórias para contar da relação de suas vidas com a empresa.

“A Belgo me trouxe para Sabará, minha esposa me fez ficar”

Celso Pyramo tem uma grande ligação com a Belgo Mineira, trabalhou na empresa por 24 anos. Nascido em Brumadinho, chegou a Sabará para fazer estágio na Companhia, no início da década de 1950, pois estudava engenharia civil e metalurgia. Nessa época conheceu Anna Lúcia, aquela que seria sua companheira até os dias de hoje, mas o namoro só se concretizou em 1957, dois anos depois se casaram. “A conheci no meu último dia de estágio. Era carnaval e a vi pela primeira vez em frente ao Cravo Vermelho. Vim para Sabará para estagiar na Belgo, mas permaneci por causa de minha esposa”, conta.

Bem tempo depois de casado, Pyramo voltaria a Belgo, em 1968, mas foi trabalhar em João Monlevade, por lá ficou 10 anos, depois voltou novamente para Sabará, onde ficou até se aposentar.

Apaixonado por história, Pyramo fala sobre a Belgo Mineira como se tivesse vivido na empresa desde seus primórdios. Ele conta que a Companhia, principalmente após a chegada de Louis Ensch, trouxe para Sabará uma ideia de modernismo muito grande, o que criou inclusive uma rivalidade entre os moradores do Centro e do Siderúrgica. “Algumas pessoas passaram a ter até vergonha de morar nos imóveis antigos. A empresa conceitualizou uma nova arquitetura para a cidade”, diz Pyramo.

“Fui criado

na Belgo”

Essa é a fala do aposentado Michel Spadano que trabalhou na Companhia 37 de seus 88 anos e que literalmente foi criado na Belgo. Quando criança, Michel morava dentro da Usina, em uma das casas construídas pela empresa para seus funcionários. Seu pai, o italiano Duílio Spadano, veio de Luxemburgo para Sabará em 1925, acompanhado de Amelie Glouden, sua esposa e de seu primogênito, Dúlio Spadano, hoje com 96 anos. Michel já nasceu em Sabará e na época o pai morava praticamente dentro da Usina. “Eu me lembro, tinha vez que de madrugada batiam na porta da minha casa chamando meu pai. A equipe de chefes morava toda dentro da Belgo. Eu fui criado dentro da empresa”, conta.

Além de morar na área da empresa, também havia uma escola, onde os filhos dos funcionários estudavam pelo menos os primeiros anos e foi lá que Michel estudou.

Como funcionário, Michel atuou no laboratório da Belgo, como técnico químico, trabalhou ainda com metalografia (estudo de metais) e chegou a chefe de controle de qualidade.

Michel conta que a empresa foi muito importante para cidade e fez muito por seus funcionários. “Sabará tem que bater palma para Belgo-Mineira por muitos e muitos anos. Mas acho que a cidade ficou mal acostumada, a Belgo foi “mãe” de muitos”.

Ele conta inclusive que a casa que mora até hoje foi construída pela Belgo. “Quando trabalhava lá morava na casa da empresa e pagava uma pequena quantia pelo aluguel, depois consegui comprar por um valor muito baixo”, diz.

Além de ser funcionário da Belgo por tanto tempo, Michel Spadano também jogou por dez anos no Siderúrgica , onde fez história marcando o primeiro gol televisionado da história da televisão no Estado. O jogo aconteceu no atual Independência no dia 15 de janeiro de 1956, em uma partida entre o time sabarense o Villa Nova da cidade de Nova Lima.

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