SÁBADO, 24 DE OUT DE 2020
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NOTICIÁRIO - POLÍTICA
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Em pronunciamento, vereadora Terezinha destaca o Dia Internacional das Mulheres

“Mulheres: seguindo em frente, tecendo asas”

EM CASA, NA ESCOLA, NO TRABALHO, NA POLÍTICA, NA VIDA, A GENTE SEGUE A TECER ASAS... Com essa mensagem destacamos, o PT de Sabará e o nosso mandato de vereadora, o Dia Internacional da Mulher, em homenagem a todas as sabarenses e para lembrar que esta é uma data de luta, criada para chamar a atenção sobre os nossos direitos e incentivar todas nós a seguir tecendo asas, buscando a liberdade e o respeito em todos os momentos da vida. No domingo, 8 de março, bem cedo estávamos na Praça Getúlio Vargas, acompanhadas, de forma lúdica, de uma grande boneca, simbolizando a “Grande mulher”. Em seguida, fizemos uma Oficina sobre o câncer de mama.

Temos inúmeros avanços a celebrar, relativos a conquistas de direitos políticos, civis, de cidadã, direitos na saúde, na educação, direitos de mulher. Mas temos, ainda, um longo caminho a percorrer para garantir, na prática, oportunidades e salários iguais para homens e mulheres, divisão de responsabilidades e tarefas no cuidado do lar e dos filhos, direitos efetivos para as empregadas domésticas e, nos lares e nas escolas, que as crianças e jovens recebam uma educação sem preconceitos e tabus contra a mulher, libertadora, que desperte os valores do respeito, da ética, do cuidado e do amor. Do respeito às diferenças com igualdade de direitos.

Entre todas as batalhas por direitos iguais, a luta para extirpar da nossa sociedade a violência contra a mulher talvez seja a maior delas. Dados demonstram que a violência praticada pelos próprios maridos, companheiros e namorados representa quase 90% das ocorrências, muitas vezes veladas por vergonha ou medo. A cada dia no Brasil, 15 mulheres são mortas pelo fato de ser mulher. Por ano, 500 mil brasileiras são vítimas de estupro. E é preciso citar também o simples e abominável assédio nas ruas, nas escolas, no trabalho, ferindo a dignidade feminina, desvirtuando valores, ceifando a autoestima, estabelecendo o medo e a subordinação.

Tudo isso exige campanhas, vigilância, denúncias, leis, responsabilização dos agressores, proteção às vítimas. Temos dado passos importantes com as Delegacias de Mulheres, a Lei Maria da Penha, as políticas de proteção e acolhimento, o ligue 180. Nossa presidenta Dilma acaba de sancionar a Lei do Feminicídio, que transforma em crime hediondo o assassinato de mulheres decorrentes de violência doméstica ou de discriminação de gênero e agrava suas penas para até 30 anos de prisão. "Use os recursos ao seu alcance e saiba que você vai ter ao seu lado o Estado Brasileiro," disse a presidenta às mulheres vítimas de violência. E vamos assim tecendo redes que provocam mudanças culturais e efetivas... Cabe a todos nós, homens e mulheres, acelerar o ritmo dessas mudanças!

E queremos mais mulheres na política fortalecendo todas essas lutas. Conquistamos o direito ao voto em 1932 e ainda somos sub-representadas. Elegemos a presidenta Dilma – o que deve nos orgulhar muito! Mas, na Câmara dos Deputados, são apenas 51 mulheres em 513 parlamentares, enquanto o Senado tem 81 cadeiras e somente 12 ocupadas por mulheres. Na Assembleia de Minas, sete deputadas em 77. Se queremos um País mais justo e mais feliz, vamos seguir tecendo asas e alçando voos. Vamos vencer os tabus, respeitar e valorizar as brasileiras, defender sua dignidade no dia 8 de março e todos os dias!

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